Já que digo tanto que conheço de muito. Vamos começar a dizer o que desconheço;
não sei se esses rostos são-me conhecidos, a face e a silhueta, as sombras dos olhos, os ombros, as cores e as bocas. quem são todas essas pessoas que me falam nas horas, que me modificam sem saber? todas essas vidas, tantas, que na minha fragilidade, no meu desgosto, no meu carinho, tocam e destocam sem sequer a força do conhecimento me responder...
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